Diabetes Mellitus

Diabetes mellitus é um grupo de distúrbios que têm em comum, a intolerância à glicose. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, que cria a necessidade de uma fonte externa de insulina. O diabetes tipo 2 é um distúrbio que resulta de uma combinação de resistência à insulina e um defeito na secreção de insulina.

Diabetes Mellitus tipo 1

O diabetes tipo 1 afeta o metabolismo de gordura, proteína e carboidrato. O portador apresenta os sintomas de poliúria (urinar em excesso) e sede, como resultado de alterações na diurese osmótica (processo de eliminação de água e glicose através da urina).

A ausência de insulina causa o desdobramento de proteína e gordura, o que resulta em perda de peso. A pessoa que tem diabetes mellitus tipo 1 apresenta sede e fome excessiva, perda de peso e hiperglicemia (nível elevado de glicose no sangue) em jejum e logo após as refeições.

As pessoas que têm diabetes tipo 1 precisam ingerir calorias suficientes para alcançar e manter o peso normal para a idade e altura. É preciso adequar as necessidades dietéticas conforme a idade, o tipo de atividade e a gravidade do diabetes.

Para adultos, aproximadamente 55 a 60% do total de calorias, devem ser derivados de carboidratos, menos de 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas. É importante desenvolver um plano de refeições baseado no consumo habitual da pessoa, de modo que as refeições e os lanches possam ser planejados de acordo com os momentos de ação máxima da insulina.

O exercício físico é um fator importante no tratamento das pessoas que têm diabetes mellitus tipo 1. No entanto, deve ser sob orientação médica, pois pode provocar sérias consequências como, hipoglicemia, hiperglicemia, complicação aguda grave, convulsão, lesão de membro inferior, cegueira etc.

Diabetes Mellitus tipo 2

O Diabetes tipo 2 é o tipo mais comum. As pessoas portadoras do diabetes tipo 2 apresentam resistência celular ao efeito da insulina. Os fatores de risco incluem sedentarismo, medicamentos, antecedentes familiares, obesidade, idade acima dos 45 anos e mulheres acometidas de diabetes gestacional. As pessoas mais propensas a desenvolver o diabetes mellitus tipo 2 são as obesas.

Sintomas do Diabetes

O início do diabetes é silencioso e, normalmente, está presente durante anos, antes de ser diagnosticado. Em geral, as pessoas apresentam sintomas difíceis de especificar as causas como, infecções recorrentes, fadiga, alterações visuais, hipertensão, entre outros.

Os exercícios são indicados no tratamento, pois além de ajudar a perder peso, reduz o colesterol ruim (LDL), os triglicérides, aumenta o colesterol bom (HDL) e reduz a glicemia pós-prandial (alta taxa de glicose no sangue, após as refeições).

Algumas pessoas podem precisar de medicamentos orais que afetam a resistência ou tolerância à glicose como biguanidas, tiazolidinodionas, sulfoniluréia e inibidores da alfa-glicosidase. Em alguns casos, a insulina também é indicada a pacientes que têm diabetes mellitus tipo 2.

Tratamento para Diabetes tipo 2

Basicamente, o tratamento para quem tem diabetes tipo 2 é feito através da alimentação balanceada. É essencial que a pessoa siga uma dieta elaborada por um profissional, com base na pirâmide alimentar, para atingir e manter o peso ideal e manter os índices glicêmicos dentro dos padrões aceitáveis.

Para prevenir complicações, a pessoa deve se submeter a avaliações rotineiras como inspeções diárias dos membros inferiores, buscando sinais de má circulação e avaliação anual para retinopatia diabética.

O diabetes também afeta o sistema renal, então é importante avaliar os níveis de creatinina, albumina e uréia.

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